domingo, 11 de julho de 2010

Mais um...

Estamos chocados com mais um crime bárbaro contra uma mulher!


Ouvi alguém fazer comentários discriminatórios sobre Eliza Samudio. Que era apenas uma garota de programa dando o golpe da barriga. Como se isso justificasse o crime. Um crime tão estúpido e absurdo! Não nos cabe julgar a vítima, mas sim o criminoso.

O que acontece com esses seres que, por terem poder e dinheiro (ou seria o poder do dinheiro???), se julgam acima do bem e do mal. Bruno ainda está fugindo do exame de DNA. Não quer assumir a paternidade do filho de Eliza. Eu pergunto: não é mais fácil, mais honroso e até mais barato fazer logo o exame e assumir a paternidade? O que ele perderia comida isso? Num país em que escândalos acontecem todos os dias, em que tudo é banalizado, o que seria o caso Bruno/Eliza se ele assumisse a paternidade? Apenas mais um entre tantos. E nem teria tanta repercussão assim. O que o Pelé perdeu assumindo filhos que ele desconhecia? Roberto Carlos (o cantor) perdeu o quê ao assumir um filho fora do casamento? E Leonel Brizola? E tantos outros jogadores, políticos, celebridades? O que ele perderia ao pagar uma pensão para o filho, uma ninharia perto do salário de R$ 300.000,00 mensais, que com certeza viria a ser muito maior num futuro próximo?

Acredito que Bruno se perdeu pela prepotência e arrogância. Eliza, seja qual for o motivo, não cedeu às exigências para abortar. Resolveu assumir a gravidez e ter o filho. Bruno achou mais fácil eliminar esse filho, tirá-lo do seu caminho só porque ele, Bruno, não o queria.

Bruno é inocente nessa trama macabra? Afinal ele foi ou não foi o mandante do crime? Desde que a imprensa começou a noticiar o desaparecimento de Eliza, senti o dedo de uma mulher ciumenta, traída, a esposa de Bruno. Não quero fazer um julgamento precipitado nem levantar falso testemunho. Também não acredito que Dayanne seja a responsável direta pelo crime.É apenas intuição, pois essa estória tem tudo a ver com atitudes de uma mulher enciumada e sem limites. Bruno foi conivente ou cedeu à pressão?

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